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As maravilhas dos blogs modernos (e eu)

28 agosto 2007

Quando mantive, durante um tempo, o Blog do Nada antigo, as coisas na internet eram bastante diferentes. Não havia youtube, algumas pessoas ainda usavam hotmail, e eu não conhecia o wordpress. Contava com meu incansável companheiro, o blogspot, para manter a casa em ordem. Da forma mais simples possível.

Um dos motivos para voltar a ter um blog agora sempre foi minha curiosidade com o wordpress. Fora algumas facilidades, como ter um contador e um sistema de comentários instalado diretamente em vez de apelar para o haloscan e o bravenet, cada vez mais curto a idéia de trabalhar com marcadores, colocar vídeos e músicas e fazer funcionar a interatividade que a internet permite. Perto do wordpress, o blogspot é um livro de capa dura.

E eis que, enfim, estou aqui, com o tão citado wordpress. E um novo blog pela frente. Para fazer funcionar a interatividade que a internet permite.

Animado, minha primeira ação nesse espaço foi escolher um template. Poderia ter, finalmente, um blog com a minha cara, longe dos modelos pré-definidos e arcaicos do blogspot. Um novo mundo se abriu, com toda a interatividade que a internet permite. Mas, talvez, o template não seja mesmo o território de grandes mudanças, e, entre todas as opções possíveis, fiquei com a padrão. Mudei as cores do título, no entanto. Quase sem querer, de forma aleatória, clicando em qualquer lugar. Mas mudei. E, bem, ainda tenho a desculpa de meu daltonismo.

Minha segunda ação era aquela pela qual eu esperava ansiosamente: escolher as “categorias” que iria usar. Mas logo surgiu um problema maior. Criei um blog para colocar marcadores nos textos, mas não pensei que, para isso, eu teria de criar marcadores que servissem neles. De modo a resolver essa complicada questão, tomei a mesma decisão que faço para as coisas difíceis da vida, como escolher uma roupa antes de sair de casa ou decidir o que comer em um restaurante a quilo. Peguei a primeira opção que surgiu em minha cabeça. Esse texto está vinculado a Besteiras, como outro poderá estar em Cinema ou em Literatura.

Pode parecer uma solução preguiçosa, e na verdade é, mas também faz bastante sentido. Apesar de querer fazer funcionar a interatividade que a internet permite, cada vez que pensava em uma brincadeira criativa, um jogo esperto de palavras, uma possível sacada genial o Blog do Nada parecia ser um espaço distante, longe de mim. Meu blog, no fundo, é como uma camisa branca da Hering, e eu prometo não fazer mais comparações com roupas.

Enfim, blog feito, primeiro post escrito, chega a hora de colocar uns links no canto direito da tela, que afinal precisa ser ocupado, para fazer funcionar a interatividade que a internet permite. Um tempo depois, cá estava eu, em frente ao computador, tentando fazer com que alguma palavra aparecesse por ali, sem saber bem por onde começar, ou terminar. Consegui, afinal, mas, como vocês podem ver, o canto direito continua bem vazio. E com marcadores em inglês que não fazem muito sentido.

Mas, como nenhum mal é de todo mau, apesar de alguns serem, fiquei aqui pensando que talvez prefira meu blog assim, sem muitos links, marcadores ou outras parafernálias do tipo. Simples. Como o blogspot.

Em resumo: a verdade é que adoro a interatividade que a internet permite, mas ainda não sei o que fazer com ela.

Quanto tempo dura?

28 agosto 2007

De novo, do nada.

Algumas observações: este não será um blog de literatura, este não será um blog de confissões, este não será um blog sobre cinema, este não será apenas um blog.

Mas, talvez, seja tudo isso.

Vamos ver se passa de amanhã…